O técnico do Elói Kruguer não é mais técnico do Marcílio Dias. Segundo informações, Elói pediu demissão nesta segunda-feira, após a derrota por 4 a 0 para o Pelotas, no Rio Grande do Sul, alegando motivos pessoais.
Mas em entrevista ao Blog na semana passada, o ex-técnico do Marinheiro comentou sobre a enxuta folha salarial do grupo, e da dificuldade de contratar jogadores mais experientes para o rubro-anil. Cláudio Roberto, auxiliar de Kruger, assume o cargo interinamente. A assessoria de imprensa disse que a diretoria não descarta a possibilidade de efetivar Cláudio Roberto.
Foto: Divulgação/Google
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Podcast: Sports do Vale
O Sports do Vale é apresentado por Deivid Couto e traz todas as informações esportivas do Vale do Itajai, Brasil e do mundo. O jornalista atualiza os internautas a cada rodada do Brasileirão 2010, com grandes trilhas sonoras. Confira!
Trilhas:
Bob Marley - Keep on moving
Jack Johnson - Good people
Confira os destaques do programa desta segunda-feira, 26 de julho de 2010:
Trilhas:
Bob Marley - Keep on moving
Jack Johnson - Good people
Confira os destaques do programa desta segunda-feira, 26 de julho de 2010:
- Mano Menezes se despede do Corinthians com vitória e já convoca 22 jogadores para o amistoso contra os EUA
- O Náutico é líder isolado da Série B
- Marcílio Dias leva quatro do Pelotas no RS
- GPI de Triathlon iluminou o domingo de Balneário Camboriú
- Criciuma vence pela Série C
- Marmelada: Alonso vence GP da Alemanha no rádio
- Metropolitano faz o dever de casa e segue invicto naSérie D
- JEC cai diante do Operário
- Brasil vence pela nona vez a Liga Mundial de Vôlei
Novo prazo: Ruth Cardoso deverá estar funcionando em janeiro do próximo ano
Por Daiane Benso
daibenso@hotmail.com
A WFO está exigindo aditivo de quase R$ 1 milhão para terminar a obra
Baln. Camboriú – Mais um capítulo na novela sobre o Hospital Municipal Ruth Cardoso. Depois de quase dois anos da oficial inauguração, o procurador Marcelo Freitas acredita que em janeiro do próximo ano, de fato, o local estará atendendo a população.
O procurador, que não participou da reunião da última quinta-feira do Conselho Municipal de Saúde (Comus), onde falaria sobre o acordo com a ONG World Family Organization (WFO), disse que estava no Ministério Público (MP) e que iria se ausentar. “Comuniquei os conselheiros da minha ausência e uma nova reunião deverá acontecer na próxima quinta-feira”, contou.
EXIGÊNCIA
A WFO está exigindo aditivos para terminar a obra. De acordo com Freitas, depois da vistoria técnica feita na semana passada, a entidade está pedindo R$ 900 mil para finalizar reparos, parte hidráulica, esgoto, além da compra de mais equipamentos. “A Controladoria Geral do município está analisando minuciosamente estes reparos e o valor exigido pela WFO e até sexta-feira deverá ter uma posição, a qual será documentada. Se a Controladoria achar que não tem base legal, a exigência não será deferida, caso contrário, o município pagará o valor”, ressalvou.
O certo é que ainda demorará muito para o hospital ficar pronto. “Precisamos destes reparos, da aprovação da Vigilância Sanitária. Mas temos uma visão otimista, e acreditamos que até janeiro de 2011, o hospital, de fato e direito será entregue a comunidade. Nossa prioridade absoluta é a abertura do mesmo e estamos trabalhando afiados para que isso aconteça”, ressaltou.
INTIMIDAÇÃO
Referente às plantas da obra do hospital que somente foram assinadas no mês de julho, após a vistoria feita, evidenciado que o hospital foi inaugurado sem as mínimas condições para funcionar, Freitas ressaltou: “Isso não tem nada haver, visto que para fazer o hospital as plantas devem ser aprovadas, assinadas e enviadas para a Vigilância Sanitária. A informação não procede”, explicou. Quantos aos membros do conselho estarem sendo intimidados com correspondências assinadas pela WFO, o procurador salientou: “Deveriam estar ociosos sem a minha presença e falaram isso. Não tenho como emitir opinião”, disse.
RESOLUÇÃO
O presidente do Comus, Fernando Brito, juntamente com os conselheiros, estarão reiterando a resolução do dia 21 de junho, que pede ao prefeito Edson Renato Dias, através de medidas legais, a solicitação da abertura do hospital. “Gostaríamos que a retomada do Ruth Cardoso se desse de maneira amigável, porém, não acredito mais que isso seja resolvido assim. Somente queremos que a WFO entregue o que foi prometido à municipalidade”, enfatizou.
Foto: Divulgação/Google
domingo, 25 de julho de 2010
GPI de Triathlon: Sol ilumina triatletas na praia central de Balneário
O evento distribuiu R$ 12 mil de premiação para as categorias Elites masculina e feminina. Entre as mulheres, quem levou a melhor foi Sandra Soldan. Já no masculino, Henrique Siqueira bateu o recorde da prova e com 56min52seg ficou com a primeira colocação no masculino.
Confira a cobertura completa do jornalista Deivid Couto no Grand Prix Internacinoal de Inverno.
Foto e Vídeo : Deivid Couto
Marmelada: Alonso vence GP da Alemanha pelo rádio
O espanhol Fernando Alonso venceu nesta manhã o GP da Alemanha de F1. Felipe Massa chegou em segundo, completando a dobradinha da Ferrari no pódio. Porém, a equipe Italiana intercedeu no resultado ao exigir que o piloto brasileiro abrisse passagem para Alonso assumir a ponta na volta de número 49. O alemão Vettel, da RBR, chegou em terceiro. Hamilton que chegou em quarto lidera o campeonato de pilotos.
Rob Smedley, engenheiro do brasileiro, disse pausadamente via rádio:
- Fernando está mais rápido que você. Pode confirmar que entendeu a mensagem?
Confira como ficou a classificação do campeonato:
sábado, 24 de julho de 2010
Levantamento: Amfri tem 660 recenseadores em treinamento
Por Daiane Benso
daibenso@hotmail.com
Apenas 603 iniciarão a coleta de dados do Censo no próximo dia 1º de agosto
Baln. Camboriú – Cerca de 660 recenseadores da Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí (Amfri) estão recebendo treinamento. Neste sábado, eles passarão por uma prova, e apenas 603 iniciarão a coleta de dados do Censo no dia 1º de agosto.
De acordo com a coordenadora do Censo na região, Luana dos Santos, são 95 os instrutores dos recenseadores. “Estes instrutores estão desde a última segunda-feira repassando as principais informações referentes ao censo. Vai desde a abordagem com o público até perguntas sobre imigração, escolarização e renda”, explicou. Luana também frisou que os recenseadores receberão o treinamento até sexta-feira. “Eles ficam o dia todo no treinamento, das 8h ao meio-dia e das 13 h às 17h”, afirmou.
IDENTIFICAÇÃO
A coordenadora também ressaltou que todos os recenseadores estarão identificados com colete, boné, crachá e com o computador de mão (PDA), que será o instrumento de trabalho durante a coleta de dados nas entrevistas. Quanto às novidades, Luana enfatizou o PDA e as perguntas relacionadas a brasileiros que moram no exterior e ao levantamento para descobrir se todas as crianças abaixo de dez anos possuem registro de nascimento.
CAPACITAÇÃO
A capacitação em Balneário Camboriú está acontecendo na Escola Antônio Lúcio, na rua Itália, no bairro das Nações. Em Itajaí é na Escola Vitor Meireles, na rua Gil Stein Pereira, no Centro.
Luana destacou que os recenseadores estão ansiosos para o início do trabalho e felizes com a oportunidade. “É um trabalho extra que melhorará o salário destas pessoas. No entanto, acredito que mais do que isso, estas pessoas ganham em conhecimento e cultura”, enfatizou.
MULHERES
Entre os futuros recenseadores no Brasil, as mulheres são maioria, com 58%. Questionada sobre o número na Amfri, Luana confirmou que na região as mulheres também são maioria. “Não sei precisar quanto mais são mulheres, mas o número é relativamente superior”, contou.
PDA
O uso do computador de mão equipado com GPS (sigla em inglês para Sistema de Posicionamento Global, que permite identificar as coordenadas precisas de locais no território) na aplicação do questionário é parte de uma série de inovações deste que será o primeiro Censo completamente informatizado do Brasil. O acompanhamento do trabalho dos recenseadores, por exemplo, será realizado em tempo real: as informações serão transmitidas a um sistema que oferecerá relatórios e gráficos, demonstrando a situação do andamento da coleta e as quantidades de domicílios e pessoas já recenseadas.
A informatização da coleta vai permitir divulgar os resultados do Censo mais rapidamente. Além disso, os sistemas de supervisão e gerencial, programados com informações previamente conhecidas de municípios e setores censitários, fazem críticas imediatas, identificam eventuais falhas de cobertura e automatizam o fechamento da coleta nos municípios e a liberação do pagamento dos recenseadores quando concluída sua tarefa. A transmissão desses dados para o IBGE será feita nos cerca de 7.000 postos de coleta que estão sendo instalados em todo o país.
RETRATO SOCIAL
O Censo 2010 revelará um novo retrato da sociedade brasileira, em um conjunto de informações demográficas, socioeconômicas e habitacionais. Investigando as características dos domicílios, as relações de parentesco, fecundidade, educação, trabalho, renda, cor e raça, deficiência e religião, entre outros, o Censo servirá de base para o planejamento público e privado da próxima década. Amplamente discutido com especialistas e usuários e atendendo a recomendações internacionais, o questionário do Censo 2010 trará perguntas capazes de verificar as transformações sociais desde a realização do Censo 2000.
DONA TEREZA DÁ EXEMPLO
A moradora de Balneário Camboriú, Tereza Marques Hahn, de 58 anos, é uma das recenseadoras. Ela é aposentada e trabalha no conserto de roupas. Segundo ela, a opção por ser uma recenseadora está atrelada ao fato de gostar de entrevistas e de estar em contato com o povo. “Estou empolgada e feliz de poder estar diante das pessoas e saber a sua realidade social”, ressaltou.
É a primeira vez que Tereza participa deste tipo de trabalho. “Minha irmã vai trabalhar no Censo em Guarulhos (SP), e me falou. Achei a ideia interessante e também resolvi participar. Meu filho também fez a prova pra ser um recenseador, mas não passou”, contou ela, salientando que muitas senhoras e senhores estão participando do treinamento.
Questionada se acredita que estará entre um dos 603 escolhidos da Amfri, Tereza diz: “Acredito que sim. Estou tranquila e também não estou fazendo pelo dinheiro, e felizmente também não tenho urgência em trabalhar, por isso acho que vai dar tudo certo”, ressaltou animada.
Fonte: Divulgação/Google
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Pela América do Norte: Saindo de fininho pra não ser pego pela imigração
O segundo parceiro que fiz quando cheguei nos EUA foi um português chamado Daniel. Júnior, meu vizinho de albergue e quem me ajudou a conseguir o primeiro trabalho na terra dos yankes, que apresentou-me o “baixinho poliglota” da terra de Pedro Alvarez Cabral.
Segundo Daniel, na Europa, principalmente em Portugal, os filhos completam 18 anos e logo saem de casa para fazer suas vidas. Com meu novo amigo não foi diferente, logo que chegou nas 18ª primavera, foi morar na Alemanha.Da terra do Hitler ele foi para a terra de Roberto Baggio, a Itália. Da Itália, voltou para Portugal, passou pela Austrália e foi para nos EUA, pois tinha um irmão que estava morando por lá.
Ele é daqueles caras que faz qualquer tipo de serviço, principalmente em restaurantes. Um cara, que mesmo com a pouca idade, 24 anos, já era bem vivido, tinha uma certa bagagem cultural, tanto que falava fluentemente cinco línguas.Bom, agora que já apresentei Daniel, chego ao principal ponto desse post.
O baixinho da terra dos nosso colonizadores me ajudou a consegui meu segundo trabalho na América: outra vez dishwhashing, em um Pub que ele tinha trabalhado. A diferença é que no Mon Poul, a cozinha não era prioridade e o trabalho a ser realizado era muito mais leve, já que o carro chefe do local era a bebida.
O “pico” era um longe/pub. Lugar fino, onde os drinks ditavam o ritmo da noite. Na cozinha trabalhávamos em quatro: eu e três chefes. Elida, Ruy e Andrew.A chefona era Elida, cabo-verdiana, que já tinha sido casada com Ruy, que era português e viciado em cocaína. Andrew era um jovem chefe americano, que mais fumava no pátio do que cozinhava, ehehe, brincadeira, mas era parelho! No comando da tropa de elite, Stive, um português simpático e educado.
O estabelecimento era legal, porém, a cozinha não funcionava, não existia a mínima sintonia. Elida sempre ao telefone com as filhas, Ruy, quase toda hora no banheiro “esticando uma carreirinha” e Andrew, fingindo que trabalhava, ia toda hora no pátio dar uns “pegas na bilola”.
Aí tu imagina quando o trabalho apertava, era discução geral, em tudo que é tipo de língua. Foi numa dessas discussões que quase perdi um pedaço do meu dedo. Quando Ruy e Andrew começavam a brigar, sobrava pra mim, pois eles largavam as frigideiras fervendo na pia, onde estavam minhas queridas mãos.
Numa dessas brigas, Andrew pegou uma frigideira e em vez de largar na minha pia, deu na cabeça de Ruy, abrindo um ROMBO em sua testa. Foi um muvuca geral, um cliente chamou a polícia e aí o bixo pegou valendo. Até porque, muitos dos funcionários eram ilegais, inclusive eu.
Eu ainda tinha visto de permanência, mas não não poderia trabalhar em território americano. Aproveitei que a cozinha já estava fechando e quando percebi que os policias chegaram no local, tirei o avental e me infiltrei entre os clientes, até ser revistado e liberado.
Desfecho
Voltei no outro dia e pedi as contas para o patrão, porque fiquei com medo que a imigração batesse novamente no pub e eu acabasse me comprometendo no país do Tio Sam. Porém, meu chefe disse que a decissão era minha, mas ele não iria me pagar se eu trabalhasse até ele arrumar outro. O que eu ia fazer? Reclamar para quem se eu estava trabalhando ilegalmente.
Com medo, não trabalhei, não recebi e acabei tendo que procurar outro trabalho sem os dólares do Mon Poul que estavam no meu planejamento.
Até o próximo post, bom final de semana.
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